As letras do 9ºD

Blog dos alunos do 9ºD da Escola EB 2/3 de Penafiel N.º2

Lendas

Posted by rute24 em Março 30, 2009

Olá pessoal!🙂🙂

   Propomos que procurem Lendas associadas aos Lusíadas. Procurem nos episódios essas Lendas e elaborem uma pequena pesquisa; (um exemplo é a Lenda de Rómulo e Remo).

Bom trabalho e boa continuação de férias! 🙂🙂🙂🙂

Carlos; Patrícia; Rute e Sandra

62 Respostas to “Lendas”

  1. ruidaniel said

    Eu escolhi a lenda de Adamastor, pois foi uma lenda que me fascinou.😀 Aqui vai:

    Segundo a lenda, Adamastor era um gigante filho da deusa Terra , que se revoltou, com outros gigantes, contra Zeus, o Deus supremo dos Gregos. Furioso, Zeus fulminou-os com um raio condenando-os a vaguear de costa em costa. Foi assim que Adamastor conheceu Tétis, uma ninfa dos oceanos, mãe de Aquiles, e por ela se apaixonou. Mas o Gigante sabia que era feio demais para conquistá-la e por isso decidiu resolver o assunto pela força. Apavorada, Dóris, mãe de Tétis, tentou desesperadamente convencer a filha a aceitar o Adamastor como companheiro, mas perante a recusa desta, teve de encontrar outra solução. Depois de muito pensar, mãe e filha decidem, então, com a ajuda de Zeus, montar uma armadilha ao Gigante, dizendo-lhe que Tétis ficaria com ele, se ambas fossem poupadas aos males da guerra.

    Cheio de esperanças, Adamastor põe fim à guerra e pede um encontro com Tétis. Ela aparece-lhe, mas quando este a abraça e beija, vê-se de repente agarrado ao cume de um monte acabando por se tornar numa parte desse monte: o Cabo das Tormentas. O cabo que tanto assombrou a imaginação dos marinheiros portugueses durante a época dos descobrimentos.

    Espero que tenham gostado!🙂

  2. EvaSousa said

    Ah boa ideia !

    Bem eu ainda vou pensar na lenda que vou fazer !😛

  3. mariana16 said

    Original este post é
    e ainda iram comentar bué!

    Bela rima (ironia)!🙂

    Já cá venho colocar a minha pesquisa.

    Wait a moment.

  4. mariana16 said

    Resolvi fazer sobre Rómulo e Remo como está no exemplo do post.

    Aqui vai:
    A lenda de Rómulo e Remo é a lenda fundadora de Roma. Quando a mãe (segundo a lenda, eram filhos de Marte e de Réia Sílvia) destes, uma princesa latina, foi assassinada por um tio malvado, os bebés gémeos, Rómulo e Remo, foram lançados ao Tibre.
    Foram salvos por uma loba, que os amamentou e os tratou como se fossem os seus filhos. Fez penetrar neles o ânimo de ferocidade e sentido de lealdade. Quando chegaram à idade adulta, resolveram fundar conjuntamente uma cidade, mas acabaram por se defrontar e inclusivamente travaram uma luta de morte. Rómulo, o vencedor fundou a cidade que ficou com o seu nome. A lenda fornece inclusivamente datas precisas: Roma foi fundada, sem margem para dúvidas, em 753 a. C., Rómulo foi o primeiro Rei e foi venerado como uma divindade protectora de Roma.

    Para mais informações e para observarem a imagem da loba a amamentar Rómulo e Remo, dirijam-se ao site abaixo indicado, por favor:

    http://marius.blogs.sapo.pt/arquivo/582390.html

  5. mariana16 said

    Os parêntesis deviam estar à beira de Rómulo e Remo. Enganei-me. Sorry.

  6. Rute24 said

    Muito bem aos que aqui já colocaram as suas pesquisas, esperamos por todos os outros!😉
    Não se esqueçam que em todos os cantos de os Lusíadas existem várias lendas esperemos por elas e que nos supriendam…
    Até logo!🙂😉

  7. Andreia Fileno said

    *surpreendam

  8. elsapinto said

    Hummm…o concílio dos Deuses é uma lenda ?
    Agradecia a resposta de qualquer uma pessoa😀
    Se for, eu vou fazer desse😀

  9. EvaSousa said

    Bem, até respondia, mas não tenho a certeza !😀
    É melhor aguardares pela resposta de outra pessoa !
    😉

  10. mariana16 said

    Eu acho que não é… Mas é melhor que seja o grupo ou o professor a responder.

  11. Márcia Daniela said

    Muito interessante este post!

    Boa ideia que tiveram!🙂

  12. Márcia Daniela said

    Vi uma lenda na internet que dizia ” lenda da gruta de Camões” será que posso fazer sobre isto? Se for gostaria de fazer sobre isto! 🙂

    RESPONDAM porfavor!!
    🙂

  13. elsapinto said

    Fico à espera de uma resposta :S

  14. sandra25 said

    olá..
    Passei por aqui para fazer uma pergunta à parte…😦
    Rute dá-me o teu mail se faz o favor..🙂
    beijinho e desculpem lá pessoal🙂

  15. vanessa94 said

    Dido desde já que é uma ideia bastante interessante!🙂
    Aqui vai a minha pesquisa:

    “Atreu e Tiestes eram irmãos gémeos, filhos de Pélops. Conta-se que, incitados por sua mãe, Atreu e Tiestes mataram Crisipo, seu meio-irmão e filho de Pélops com uma ninfa. Pélops exila-os e estes refugiam-se em Micenas, acolhidos pelo rei, Euristeu. Durante uma guerra Euristeu deixa o reino à guarda dos irmãos e acaba por morrer. Surge então uma disputa pelo trono, da qual Atreu sai vitorioso. Furioso, Tiestes expõe Aérope, mulher de Atreu, como sua amante, gerando dúvida na paternidade dos filhos destes, Agamémnon e Menelau. Atreu resolve vingar-se do irmão, e convidando-o para um festim onde insiste para que Tiestes coma com fartura, revela-lhe no fim que foi com a mulher e os seus filhos que este se banqueteou dizendo que, ao contrário do que se passava com ele, Tiestes saberia sempre que ele e os seus filhos seriam uma e uma só carne.”

    Como a pesquisa era bastante extensa, deixo aqui o site para quem quiser saber mais:
    http://jonaspereira.blogspot.com/2006/11/mito-de-atreu-e-tiestes.html
    😀

  16. filipasp said

    Olá😀
    Eu nao sou do gupo mas acho que o concilio dos deuses não é uma lenda por isso, Elsa , podias escolher outra..
    E Márcia, também penso que ninguém se vai opor se fizeres sobre essa lenda.

    Acho que o grupo se está a referir a lendas a que o poeta refere ao longo da obra, qe aparecem nas didascalias(não sei se é este o nome). Um exemplo é a lenda de Rómulo e Remo mas há muitas mais 9D

    Eu vou escolher uma😀
    Fiquem bem

  17. leticia said

    Boa ideia dinamizadores!😀

  18. Rute24 said

    Exactamente Filipa…
    E Elsa a tua duvida já foi tirada a Filipa explicou-se muito bem em relação ao que o grupo quer…Enquanto que liam os Lusíadas em baixo tinha a tradução de certas palavras pois bem; nessas mesmas são designadas algumas lendas e o grupo pede para que as pesquisem e as conheçam…🙂
    E Sandra o meu email é: rute_joe@hotmail.com
    Boas férias e boa páscoa nada de muitas goloseimas!!😉😉

  19. EvaSousa said

    “goloseimas” – guloseimas
    “duvida” – dúvida😉

  20. Márcia Daniela said

    Vanessa:

    dido- digo
    🙂

  21. pricunha said

    O post está interessante, mas ainda não sei de que lenda vou falar :S
    Tenho que pensar e quando surgir alguma ideia, colocarei aqui!
    Beijinho

  22. Márcia Daniela said

    Como ninguém dos dinamizadores responde vou por aqui a lenda que escolhi.

    -A lenda da gruta de Camões

    Luís de Camões vivia em Macau numa espécie de desterro, provocado por invejas e inimizades em Portugal. As intrigas obrigaram-no também a deixar aquela terra, tendo embarcado como prisioneiro na famosa Nau de Prata, nos finais de 1557. Luís de Camões despediu-se da famosa gruta de Patane, em Macau, que tinha escutado o eco dos seus sonhos e do seu desespero, e apresentou-se ao capitão da Nau de Prata. Interrogado sobre o papel enrolado que levava na mão, Camões respondeu que era toda a sua fortuna e que talvez fosse aquela a sua herança para todos os Portugueses. Tratava-se da epopeia Os Lusíadas que contava a história do seu povo e que, segundo a lenda, terá sido escrita naquela gruta. Escritos com toda a alma e toda a saudade de português, injustamente privado da pátria, aqueles versos eram o maior de todos os seus tesouros e os únicos companheiros do seu infortúnio. Da nau, estava Camões a despedir-se da gruta, quando ouviu uma voz de mulher que o interrogava sobre a sua tristeza. Era uma nativa de Patane, que o conhecia, e em quem ele nunca tinha reparado, apesar da sua extrema beleza. Tin-Nam-Men era o nome da nativa que, na sua língua, significava Porta da Terra do Sul – a Porta do Paraíso. Tin-Nam-Men tinha observado Camões, durante muito tempo, sem nunca se atrever a falar-lhe até àquele dia. Perdidamente apaixonada por Camões, tinha-o seguido até ao barco. Partindo com o poeta, conta a lenda que, na Nau de Prata, nasceu mais uma relação amorosa, até ao trágico dia em que uma tempestade irrompeu nos mares do Sul. Como a Nau de Prata estava condenada a afundar-se, embarcaram as mulheres num batel e os homens salvaram-se a nado. Camões, de braço no ar, segurando Os Lusíadas, nadou até terra, mas o barco onde seguia a linda Tin-Nam-Men foi engolido pelas ondas. Foi à bela Dinamene, como o poeta lhe chamou, que Camões terá dedicado os seus belos sonetos “Alma minha gentil, que te partiste…” e também “Ah! Minha Dinamene! Assim deixaste”.

    🙂

  23. Márcia Daniela said

    A lenda é um pouco grande (e eu tirei muitas coisas que não achei muito interessantes)! 😉

    Mas acho que valeu a pena ler pois também nos é dito como é que surgiram “Os Lusíadas” e o grande amor de Camões.

    Espero que tenham gostado!

    🙂

  24. martasilva said

    Olá. Decidi fazer o meu trabalho sobre Cérbero.
    No canto IV, episódio da batalha de Aljubarrota, estrofe 41, Camões faz alusão a este cão de três cabeças e por isso achei que devia colocar aqui a sua história.

    É o cão mais famoso da mitologia, guardião das portas do inferno e sua missão não era impedir a entrada de alguém mas sim a saída. Um cão tão feroz e temido que o rei Euristeu achou que nem o próprio Hércules conseguiria enfrenta-lo.
    Segundo a mitologia grega, Cérbero era filho de Tifom e Equidna, inimigo de Zeus, (Júpiter para os romanos) e irmão de outro cão e da hidra ( a serpente de 7 cabeças ). Da sua união com a Quimera nasceram o leão de Neméia e a Esfinge.
    Quando os homens morriam, eram transportados na barca de Caronte para a outra marguem do rio Aqueronte, onde se situava a entrada do reino de Hades. Lá estava o feroz Cérbero, que latia muito e para acalmar-lhe a fúria, os mortos atiravam-lhe um bolo de farinha e mel que os seus entes queridos haviam deixado nos túmulos. Era considerado na antiguidade um cão que comia pessoas.

    Espero que gostem, e bons trabalhos!😀

  25. filipasp said

    Olá😀
    No episódio de Inês de Castro, estrofe 133, Camões fala da história de Atreu e Tiestes e por isso achei por bem deixar aqui a sua história:

    Atreu era o rei de Micenas e quis vingar-se do próprio irmão Tiestes. Assim mandou matar os seus filhos, Tântalo e
    Plístenas, dando a comer a Tiestes a carne deles. O sol, horrorizado, com tamanho crime, escondeu a sua luz, envolvendo a terra em trevas.
    Atreu cometera este horrendo crime porque estes filhos eram produtos do adultério de Tiestes com Érope, esposa de Atreu.

    Bons trabalhos😀

  26. filipasp said

    Para quem não tem ideias, e que tal falarem de Semíramis ? Eu também ia falar sobre esta lenda mas preferi deixar trabalho para os meus colegas.

  27. mariana16 said

    Filipa, não sei se reparas-te mas já há um trabalho sobre Atreu e Tiestes…

  28. vanessa94 said

    Pois, ia referir-me a isso agora Mariana, mas a Filipa se calhar não reparou.🙂
    Por acaso o trabalho é meu, mas acho que não haverá problema!?
    Grupo há problema, em haver trabalhos repetidos?
    😉

  29. elsapinto said

    Grupo, eu estou ligeiramente atrapalhada😦
    Como é que sei se é lenda ou não, nos “Os Lusíadas” ?? :S

  30. Ritakau said

    Grupo vou escolher a minha elnda, e amanha ponho cá😀
    Boa ideia, esta😛

  31. sara26leal said

    elnda-lenda
    🙂

  32. elsapinto said

    Queria a minha resposta :O É que ainda queria pôr aqui uma lenda.

  33. José Ferreira said

    Elsa: se as tuas dúvidas subsistem, penso que devias começar por rever o que é uma lenda, e depois seguir também as sugestões dos teus colegas. O comentário n.º16 (da Filipa) é uma boa orientação. Continuação de bom trabalho!😉

  34. mariana16 said

    Também acho que não, Vanessa mas espero que a Filipa não tenha ficado chateada por o dizer… Assim quem não leu o primeiro trabalho pode sempre ler a seguir! Tem duas hipóteses !🙂

  35. elsapinto said

    Já o fiz professor -.-
    E o que a Filipa disse, ja foi feito um trabalho e o objectivo não é repeti-lo, penso eu.

  36. elsapinto said

    Encontrei uma lenda pequena e engraçada mas não estava no livro nem nas didascálias que a Rute disse -.-
    Há algum problema em colocá-la aqui ?

  37. ritakau said

    Pois bem, eu escolhi a lenda de cassandra, a filha do Príamo – Rei de Tróia😀

    Cassandra era uma jovem tão bela que por ela o divino Apolo foi tomado de paixão. Num arroubo, o patrono de Delfos ofereceu-lhe o dom de prever o futuro; em troca, a princesa dava-lhe um filho. Vaidosa e ingénua, Cassandra aceitou o presente, porém logo se recusou a cumprir a promessa. Inconformado, o deus do oráculo lançou sobre a jovem a maldição de que ninguém jamais acreditaria em suas predições.
    A partir de então, a irmã de Heitor seria atormentada por visões da futura queda de sua cidade, sem que nenhum dos troianos lhe desse ouvidos. Tida por louca, foi fechada numa torre. De lá somente sairía com Tróia consumida pelas chamas.
    Conta a lenda que, no meio do caos , Cassandra procurou refúgio no templo de Atenas. Mas os guerreiros nada respeitavam por causa da sua sede de vingança, e a princesa, suplicante acabou agredida por Ajax Oileu, junto ao altar da deusa de olhos garços. Não seria ainda o fim de sua desdita. No dia seguinte, na partilha dos despojos de guerra, o chefe das tropas invasoras, decidiu tomá-la como concubina. Humilhada e reduzida à servidão, Cassandra foi então levada à cidade de Micenas, apenas para prever a sua morte, bem como a do destruidor de Tróia, pelas mãos rancorosas da rainha Clitemnestra. Mais uma vez, ninguém acreditou nas suas visões.
    “Aiii… as dores que sinto. As terríveis dores do parto da verdadeira profecia. Elas me tomam, me confundem. E outra vez recomeçam. Acrediteis ou não no que vos digo. Pouco importa! Por que com isso me inquietaria? O que há de ser, será e, em breve, quando estiverdes aqui, cheios de pena, direis: As profecias de Cassandra eram a mais pura verdade”.

  38. Rute24 said

    Não Vanessa, não á problema de haverem lendas iguais porque cada um faz um resumo da lenda que escolheu…mas claro que quantas menos lendas iguais aqui puserem melhor porque é sinal que estão atentos ao Blog e ás lendas que todos aqui põem…🙂
    Boas férias!😉

  39. Rute24 said

    Bem, Elsa desde que a lenda que escolheste tenha a ver com os Lusíadas tudo bem…até pode não ser encontrada nas estrofes nem nas didascalias, pois certamente haveram muitas mais.
    Mas até acho uma boa ideia,assim descobrimos mais sobre “este” o que é interessante;😉 Logo podes colocala aqui para que todos a possamos ler…😉
    Bom trabalho!!!🙂

  40. Rute24 said

    Bem; estive a pensar e o que disse das lendas repetidas foi uma excepção, que é o caso da Filipa e da Vanessa mas obviamente que o grupo não quer lendas repetidas…a ideia é serem originais com lendas diferentes e que se divirtam nos descobrimentos…
    Estejam atentos a todas as lendas aqui colocadas por favor para não acontecer novamente o mesmo…assim ao lerem ate podem descobrir e ter interesse em descobrir mais sobre certas coisa.🙂
    Fiquem bem!😉

  41. filipasp said

    I’m so sorry Vanessa😦
    Por acaso até já tinha lido o comentário da vanessa mas depois nem me lembrei. Por isso vou escolher uma lenda que ninguém tenha feito. Peço desculpa grupo😦

    E Mariana, claro que não fiquei, aliás, obrigado por me avisarem senão provavelmente nem tinha reparado🙂

  42. elsapinto said

    Obrigada Rute😀 Fico feliz assim😀
    Aqui vai a minha Lenda:

    Lenda Da Gruta De Camões!

    Segundo a lenda, Camões terá escrito ” Os Lusíadas” naquela gruta. Escrito com toda a alma e toda a saudade de português, injustamente privado da pátria, aqueles versos eram o maior de todos os seus tesouros e os únicos companheiros do seu infortúnio. Da amurada da nau, estava Camões a despedir-se da gruta, quando ouviu uma voz de mulher que o interrogava sobre a sua tristeza. Era uma nativa de Patane, que o conhecia, e em quem ele nunca tinha reparado, apesar da sua extrema beleza. Tin-Nam-Men era o nome da nativa que, na sua língua, significava Porta da Terra do Sul – a Porta do Paraíso. Tin-Nam-Men tinha observado Camões, durante muito tempo, sem nunca se atrever a falar-lhe até àquele dia. Perdidamente apaixonada por Camões, tinha-o seguido até ao barco. Partindo com o poeta, conta a lenda que, na Nau de Prata, nasceu mais uma relação amorosa na vida já tão romanesca de Luís de Camões, até ao trágico dia em que uma tempestade irrompeu nos mares do Sul. Como a Nau de Prata estava condenada a afundar-se, embarcaram as mulheres num batel e os homens salvaram-se a nado. Camões, de braço no ar, segurando Os Lusíadas, nadou até terra, mas o barco onde seguia a linda Tin-Nam-Men foi engolido pelas ondas. Foi à bela Dinamene, como o poeta lhe chamou, que Camões terá dedicado os seus belos sonetos “Alma minha gentil, que te partiste…” e também “Ah! Minha Dinamene! Assim deixaste”.

    Espero que gostem😀 E a lenda era grande e eu tentei resumi-la mas mesmo assim ainda tem um bom tamanho.

  43. ritakau said

    É tão romântica Elsa :s

    Os Lusíadas – “Os Lusíadas”; Acho que te esqueceste das aspas😦

  44. Márcia Daniela said

    ELSA, desculpa mas já tinha feito o meu trabalho sobre esta lenda! Vai ver ao comentário 22. 😦

  45. elsapinto said

    Márcia desculpa.😦 Não vi mesmo, só mostra que não li a tua lenda.
    Venho mais logo põr outra lenda porque tenho que sair do computador😦

  46. Márcia Daniela said

    Não há problema Elsa, acontece😉

  47. elsapinto said

    Grupo, posso pôr a Lenda da Padeira de Aljubarrota ?😀
    Acho que não há problema mas digam-me sff.

  48. elsapinto said

    Ups, é impressão minha ou não tem nada a ver com “Os Lusíadas” ? :S
    Eu ando mesmo “fora”, as férias a mim fazem-me mal😐

  49. elsapinto said

    Ó tem sim😀 Tem haver com o canto IV não é professor ?
    Diga-me sff. que eu sei que está aí, ahahahah😀

  50. elsapinto said

    Bem, aqui vai o meu trabalho sobre a Padeira de Aljubarrota.

    ( Pequena introdução sobre Brites, a Padeira):

    Brites de Almeida teria nascido em Faro, em 1350, de pais pobres e de condição humilde, donos de uma pequena taberna. A lenda conta que desde pequena, Brites se revelou uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos. Estaria então talhada para ser uma mulher destemida, valente e, de certo modo, desordeira.
    Teria 6 dedos nas mãos [1], o que teria alegrado os pais, pois julgaram ter em casa uma futura mulher muito trabalhadora. Contudo, isso não teria sucedido, sendo que Brites teria amargurado a vida dos seus progenitores, que faleceriam precocemente. Aos 26 anos ela estaria já órfã, facto que se diz não a ter afligido muito.
    Vendeu os parcos haveres que possuía, resolvendo levar uma vida errante, negociando de feira em feira. Muitas são a aventura que supostamente viveu, da morte de um pretendente no fio da sua própria espada, até à fuga para Espanha a bordo de um batel assaltado por piratas argelinos que a venderam como escrava a um senhor poderoso da Mauritânia.

    (Lenda):

    Acabaria, entre uma lendária vida pouco virtuosa e confusa, por se fixar em Aljubarrota, onde se tornaria dona de uma padaria e tomaria um rumo mais honesto de vida, casando com um lavrador da zona. Encontrar-se-ia nesta vila quando se deu a batalha entre portugueses e castelhanos. Derrotados os castelhanos, sete deles fugiram do campo da batalha para se albergarem nas redondezas. Encontraram abrigo na casa de Brites, que estava vazia porque Brites teria saído para ajudar nas escaramuças que ocorriam.
    Quando Brites voltou, tendo encontrado a porta fechada, logo desconfiou da presença de inimigos e entrou alvoroçada à procura de castelhanos. Teria encontrado os sete homens dentro do seu forno, escondidos. Intimando-os a sair e a renderem-se, e vendo que eles não respondiam pois fingiam dormir ou não entender, bateu-lhes com a sua pá, matando-os. Diz-se também que, depois do sucedido, Brites teria reunido um grupo de mulheres e constituído uma espécie de milícia que perseguia os inimigos, matando-os sem dó nem piedade.
    Os historiadores possuem em linha de conta que Brites de Almeida se trata de uma lenda mas, assim mesmo, é inegável que a história desta padeira se tornou célebre e Brites foi transformada numa personagem lendária portuguesa, uma heroína celebrada pelo povo nas suas canções e histórias tradicionais.

    Espero que agora não haja nenhum problema :s
    Mas pelo menos fiz dois trabalhos e ja andei mais a navegar pela “net”😀

  51. José Ferreira said

    Claro que tem a ver com “Os Lusíadas”, Elsa!😉

    Mas será que ainda há alguém que não conheça a Padeira de Aljubarrota?🙂

    Por que não escolheres algo que tu própria não soubesses.😉

  52. elsapinto said

    Ó Professor, mas toda a gente conhece-a pelo nome mas muitos não sabem a história :S
    Mas tenho que fazer outro trabalho? o.O

  53. José Ferreira said

    O “tenho que fazer outro trabalho” já não se devia colocar aqui, porque senão dá aquele ar de obrigação.🙂

  54. sara26leal said

    Se bem me lembro na escola, mesmo ao lado da entrada para a biblioteca, no placar tem lá um trabalho sobre a padeira de Aljubarrota!
    🙂

  55. ritakau said

    Era mesmo isso que ia dizer Sara. Lembro-me perfeitamente!
    Mas como estava um pouco extenso, nem dava vontade de ir lá ler o texto :S

  56. ritakau said

    Muitas são a aventura – Muitas são as aventuras :s

  57. ritakau said

    Ao ler o trabalho da Elsa, lembrei-me que já tinha ouvido outra versão da história. E fui pesquisar.
    Está um pouco extenso o trablho, mas já retirei a informação desnecessária.

    ” Brites de Almeida nasceu em meados do século XIV em Santa Maria de Faaron (hoje conhecida como Faro) e os seus pais eram gente muito humilde.
    Conta-se que quando era pequena já era alta, muito forte e musculada. E como era meio «Maria rapaz», gostava de resolver tudo com a ajuda dos punhos.
    Parece que quando tinha 20 anos os pais morreram e ela usou o pouco dinheiro que eles lhe deixaram para aprender a usar uma espada (só os homens nobres é que o faziam!).
    Então, para ganhar dinheiro, começou a usar os seus conhecimentos em feiras, onde fazia combates contra homens.
    Ora esta história chamou a atenção de um soldado que a desafiou: se o soldado ganhasse, Brites casava com ele. Se perdesse, ela matava-o.
    O que acabou por acontecer…
    O problema é que matar (um soldado) é crime, mesmo nessa época. Por isso Brites fugiu. Roubou um bote com o objectivo de ir para Espanha, mas um grupo de piratas raptou-a e levou-a para Argel (na Argélia), onde a vendeu a um árabe rico.
    No entanto, a «nossa Brites» não era pessoa para ficar presa. Passado um ano convence outros dois escravos portugueses a fugir para Portugal.
    Disfarçou-se de homem e seguiu para Torres Vedras, onde comprou dois machos e se transformou em almocreve (quem aluga e conduz bestas de carga).
    Mesmo assim, os sarilhos não a largaram e, depois de se envolver em várias lutas e provocar algumas mortes na zona de Lisboa, Brites apanhou um barco para Valada, de onde, já vestida de mulher, acabou por ir parar a Aljubarrota.
    Para sobreviver, já cansada e sem maneira de ganhar dinheiro, começou a pedir esmola à porta de um forno, o que chamou a atenção da padeira, já idosa, que reparou que Brites era uma mulher forte e que a podia ajudar. Assim, começou a carreira de Brites como padeira.
    Um dia, já depois da velha padeira ter morrido e já sendo Brites a dona do negócio, deu-se uma grande batalha em Aljubarrota (aquela que te falámos no início).
    Como a maioria do povo português, ela também estava do lado de D. João, Mestre de Avis, e não queria os espanhóis a governar Portugal.
    Conta a lenda que, depois de Nuno Álvares Pereira vencer os espanhóis nessa batalha, Brites chefiou um grupo de populares que perseguiram os espanhóis em fuga.
    Nessa noite de 14 de Agosto de 1385, ao regressar, a padeira chegou a casa e encontrou sete espanhóis escondidos no forno onde costumava cozer o pão.
    Sem hesitar, pegou na pá de levar o pão ao forno e bateu-lhes até os matar, um a um, à medida que saíam do forno.
    Claro que a sua história não acaba na época da Batalha. Parece que quando fez 40 anos se casou com um lavrador rico que a admirava muito e chegou a ter filhos.”

    http://www.junior.te.pt/servlets/Rua?ID=1124&P=Portugal – Neste site, a informação está ainda mais promenorizada😀

  58. dianacatarina said

    Olá a todos. Decidi fazer o meu trabalho sobre a lenda da fonte das lágrimas, em Coimbra, pois estudamos esse episódio quando D. Afonso IV mandou matar a amada de D.PedroI.

    D.Pedro era casado com D.Constança da qual teve 3 filhos. Apaixonou-se por D.Inês de Castro, onde este amor veio a ser proibido. Os amantes encontravam-se na Quinta das lágrimas,em Coimbra, em segredo. Da Quinta sai um cano estreito, hoje chamado, que vai terminar a uma centena de metros do Convento. Seriam as águas que brotam da Fonte dos Amores para este cano que serviria de transporte para as cartas de amor de Pedro para Inês. Diz a lenda que o príncipe as colocava em barquinhos de madeira que, seguindo a corrente, iriam até às mãos de Inês. Terá sido nas matas das Lágrimas que Inês foi assassinada por 3 homens a mando de D.Afonso. Será das lágrimas de Inês que, ao saber da sua morte, ficaram marcadas na fonte das lágrimas em Coimbra, como símbolo de todo aquele amor proibido.

  59. dianacatarina said

    Espero que tenham gostado.😛

  60. elsapinto said

    Pronto, a Rita já foi buscar outra versão! Até é interessante buscar mais versões das lendas. E sim , lembro-me do trabalho exposto na escola mas a maioria dos alunos não lê, e não vão dizer que o leram😀 porque quase ninguém o lê😀

  61. Ritakau said

    Pois Elsa. Aquilo tinha um tamanhão, que até assustava :S
    Devia ser um pouco mais cativante😀

  62. vanessa94 said

    Concordo com a Rita.🙂
    Acho que ao fazermos um trabalho temos de ter cuidado com o seu tamanho, porque se for muito grande praticamente ninguém o vai ler.
    Antes de fazer um trabalho extenso, deveriam pensar: não vou fazer um trabalho extenso, porque não cativa, e se fosse eu, se calhar também não o lia!! :S

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