As letras do 9ºD

Blog dos alunos do 9ºD da Escola EB 2/3 de Penafiel N.º2

Trabalho de casa

Posted by nokasalxino em Março 3, 2009

Olá a todos!

Conforme o pedido do professor, aqui fica o trabalho de casa:

Terás de fazer o exercício 1 da página 113 do manual…

1  Imagina-te o jovem tripulante do texto a seguir transcrito e escreve a página do diário de bordo correspondente ao dia de partida.

    Bom trabalho!

 Alcino, Mónica, Rui Daniel e Sara

54 Respostas to “Trabalho de casa”

  1. sara26leal said

    Professor, tenho a avisar que quando entro na administração do blog aquilo fica tudo fora do normal.

    e nada fica como aprece aos outros colegas da administração porque ainda hoje estivemos a ver…
    😦

  2. Andreia Fileno said

    Eu confirmo!
    Estava com ela quando estivemos a ver…

    Grupo, tenho uma dúvida. É em pares ou individual ?

  3. ruidaniel said

    O professor não disse nada a esse respeito, por isso penso que deve ser individual.🙂

  4. Alcino said

    Individual, penso eu, e o professor disse que não é preciso usar essa introdução que está no exercício.

    bom trabalho!

  5. elsapinto said

    Tem data de entrega?

  6. José Ferreira said

    Isso mesmo, Alcino.😉

  7. elsapinto said

    Concordo que o professor faça. Mas tenho outra ideia😀
    Porque é que o professor não faz o seu com rimas, tipo um poema, e depois analisamo-lo ?😀
    (poderia ter a aliteração ou assim , ficava engraçado)😀

  8. mariana16 said

    Se tiver prazo de entrega é melhor dizerem…

  9. EvaSousa said

    É capaz de ter Mari … se é TPC!
    😉

  10. sara26leal said

    Se é TPC, é claro que á para quinta-feira.. logo, tem data de entrega!

    E deve ser indivualmente, visto que o professor não disse nada a respeito de ser a pares ou em grupo.

    E como disse o Alcino e muito bem, no enunciado, não diz se é a pares ou sozinhos.
    🙂

    Bom trabalho!

  11. mariana16 said

    Ok Sara, não é preciso comeres-nos!
    🙂

  12. mariana16 said

    Uma dúvida, temos que fazer o texto sendo nós masculino ou podemos ser feminino? Normalmente só ia homens mas tenho essa dúvida…

  13. elsapinto said

    Há um engano. O comentário nº7 não é neste post, é no post anterior, dos acrósticos😀 peço desculpa pelo engano.

  14. Márcia Daniela said

    Tenho uma dúvida: quem quiser pode por como introdução o que está no livro?/ E é para descrever o momento da partida, quando nós estamos lá ou já no alto mar?

    Respondam o mais rápido possivel, porque queria fazê-lo hoje🙂

  15. mariana16 said

    Pronto, aqui vai o meu trabalho:

    Faço parte da frota que descobrirá o caminho marítimo para a Índia (certeza que não temos mas acreditamos) e é a minha primeira vez. Aqui, descreverei tudo o que se passar a bordo para que um dia alguém o possa ler e saber tudo que se passou.
    Sexta-feira, 17 de Julho de 1497 – 1º Dia (partida)
    O ambiente que se vê no cais é horrível: mulheres a chorar porque podem perder os seus maridos ou durante os próximos tempos não os irão ver; filhos a berrar porque provavelmente vão perder os seus pais e vice versa… o ambiente não se recomenda. Muitos estão aqui apenas para ver partir mais um navio (com uma lágrima no canto do olho «que saiu» – diziam eles) e depois em conversa poder dizer que viu o barco que descobriu o caminho marítimo para a Índia.
    Ouço o sinal de desembarque. Olho para o cais e vejo que nos estamos a afastar. Cada vez as pessoa choram mais e aqui dentro do barco, muitos homens choram, muitos dizem que se vão mandar borda fora, muitos dizem «Ai a minha família, os meus filhos, a minha mulher, os meus pais, os meus amigos, a minha vida.»
    Aqueles que não demonstram a pena em deixar a Terra dizem: «Não se esqueçam que um dia as pessoas que deixaram em Terra poderão dizer que o meu pai/marido/filho/ grande amigo esteve no barco que descobriu o caminho marítimo para a Índia.» Acima de tudo, eles dirão isso com orgulho.
    Não temos escolha. A minha pergunta é: «Terei alguém que possa dizer isto de mim? Vou poder dizer a um filho meu o que se passou na viagem ou não?» A dúvida permanece em todos apesar de começarem a demonstrar coragem para enfrentar o Adamastor e muitos perigos mais.

    Sei que é extenso mas penso que está correcto.

  16. mariana16 said

    Um pormenor: antes e depois da data de via ter um enter mas fiz o trabalho no word e ao passar para aqui esqueci-me de o colocar.
    🙂

  17. elsapinto said

    Aqui vai o meu trabalho e desculpem o tamanho😦

    Bem, mais um dia passado, e mais um dia em que te escrevo, porque sem o meu diário não vivo…! O que vai na minha mente é que se a minha vida acabar no mar, possas um dia ver o que escrevi daquele dia em que nem um nascimento de um bebé faria sorrir alguém.
    Sabes bem, que desde dos meus 5 anos gosto de barcos, aventura, tal como o meu pai…e desde dos 9 anos que sei bem os riscos que poderei correr, pois o meu pai explicara-me. Mas tinha que me oferecer para ser um dos tripulantes, pois é e sempre foi o meu grande sonho.
    Neste momento, estou aqui sentado na cama que já é um pouco velha e só penso no dia de ontem em Belém. Foi tão mas tão triste! Saber que por um lado iria concretizar o meu sonho e saber pelo outro que deixei os meus pais que sempre me deram tudo. Saber que os deixei a chorar, inseguros do que possa acontecer e ao mesmo tempo confiantes no meu trabalho.
    No dia anterior, antes da despedida, só me lembro do meu pai ter dito “ É a tua vida. É o teu sonho. É agora ou nunca!”. Apenas lhe dei um sorriso bem grande…
    No dia da despedida, encontrávamos todos em Belém, e a minha família estava junta à da do meu melhor amigo que sempre esteve comigo e que naquele dia também partira comigo. Lembro-me das cabeças cabisbaixas, um silêncio enorme e só se ouvia o bater do mar nas rochas. Os tripulantes aproximaram-se das naus e a minha família abraçou-me, chorou e até chegaram a berrar com o sofrimento de perder o único filho que tinham. Entrei para a nau e quando já me encontrava lá, acenei com o braço e atirei um objecto de quando era pequeno à minha mãe com um papel a dizer “ É agora ou nunca!”. (acho que já o viu, quando chegou a casa se calhar). Sei que estão tristes por mim mas lá no fundo do coração têm a esperança de qualquer português…
    Bem, vou ajudar os outros tripulantes que estão na parte de fora da nau. Precisam de mim, eu sei! Estou feliz por estar aqui porque sei que vou dar o maior orgulho aos meus pais porque chegarei a terra Lusa com a notícia que o destino foi nosso.

    Espero que tenham gostado😀

  18. ruidaniel said

    Márcia

    Se quiseres podes usar a introdução do livro. Acho que não tem mal.

    Como sabes, num diário de bordo deves escrever o que aconteceu ao longo do dia. A partida também é importante. Acho que é assim.🙂

  19. Márcia Daniela said

    Só uma coisinha, não era para descrever o dia da partida, é o que diz no livro!
    😦

  20. ruidaniel said

    Sim, é o dia partida.🙂

  21. Márcia Daniela said

    Obrigado Rui🙂

  22. Márcia Daniela said

    Aí vai o meu trabalho:

    Quem mais tarde vier a ler estas linhas ficará a conhecer a grande viagem que fiz e as dificuldades por que passei. Sempre gostei do mar e por isso decidi que seria no mar que a minha vida deveria encontrar o seu sentido. Por isso me habilitei a ser tripulante da frota de descobrimentos chefiada por um fidalgo vindo de Sines, no Sul de Portugal, e chamado Vasco da Gama.
    Tinha dezasseis anos quando me ofereci para ser tripulante nessa frota que tão longe haveria de chegar.
    Estava-mos todos preparados para naquelas águas salgadas navegar, levava-mos poucas coisas, pois eramos muitos e não podia-mos levar muita coisa, apenas o essencial. Penso que o momento que nos custa mais é o momento da partida, pois vamos deixar as nossas famílias e, muitos, os filhos e as mulheres. E pensar que nunca mais vou poder voltar, ficar apenas no pensamento da minha família, no momento da partida.
    Saí de casa e a minha mãe vinha comigo a chorar, o meu pai muito triste continha-se para não chorar, o meu irmão vinha com o seu ursinho de brincar, o seu preferido, também ele num choro que metia pena, não sei se choravam, já de saudade ou de medo de nunca mais me voltar a ver, mas talvez fosse uma mistura das duas coisas.
    Nunca mais me esquecerei do choro deles no momento da partida, “filho, não vás, fica!”, um choro que me levou a pensar muito, talvez fosse, talvez não fosse, mas sei que não poderia deixar a restante frota, mas também não podia deixar a coisa mais importante da minha vida, a minha família.
    O comandante fez sinal para que todos começasse-mos a despedirmos das nossas famílias, estava a chegar a hora. A primeira pessoa de quem me despedi foi o meu pai, que me iria dar palavras de coragem e de confiança, de seguida aproximei-me da minha mãe, ela começou logo a chorar, mas apesar de tudo, disse para que eu nunca me esquecesse dela e do resto da família, pois saberia que estariam sempre comigo e iriam rezar muito para que nunca me acontecesse nada de mal e voltasse sã e salvo. Por fim o meu irmão que seria a pessoa de quem me iria lembrar sempre que estivesse no alto mar, pois ele sempre teve o sonho de ser um grande marinheiro, dizia ele que iri enfrentar todas as ondas, mas o mais comovente foi o que ele fez, deu-me o seu peluche favorito, o urso power, que na altura que o teve decidiu o baptizar como “power”, dizia ele que era para me dar força na viagem.
    Neste momento é que dá-mos o devido valor á família, mas nunca me vou esquecer dela!
    Bem, vou voltar ao meu posto de trabalho. Tenho de enfrentar as ondas, como o meu irmão diz, tenho agora como amuletos duas coisas: o urso power e a foto de família que me vão dar muita força nesta viagem! Que bem vou precisar com um tripulante como Vasco da Gama, exigente!

    Espero que tenho gostado!🙂

  23. Márcia Daniela said

    Desculpem o tamanho, mas estava super inspirada, e tenho de aproveitar, pois só me acontece isto de 2 em 2 anos!

    lOol😉

  24. elsapinto said

    Rui, o meu início não está igual ao do livro porque na escola o Alcino disse que não era preciso, penso eu.

  25. Andreia Fileno said

    Então, se é para trabalho de casa, significa que posso fazer até amanhã, certo?

    Respondam sff.🙂

  26. EvaSousa said

    Claro !!😛

  27. sara26leal said

    sim Andreia, podes fazer amanha!
    😉

    Os vossos trabalhos podem começar com a introdução que está mno livro ou não!
    Está esse pormenor à vossa escolha!
    😉

  28. sara26leal said

    sim Andreia, podes fazer amanha!
    😉

    Os vossos trabalhos podem começar com a introdução que está no livro ou não!
    Está esse pormenor à vossa escolha!
    😉

  29. Andreia Fileno said

    Obrigado.🙂

    Aproveito para fazer um aviso…
    Estou com problemas na Wiki outra vez😦

  30. EvaSousa said

    Quem mais tarde vier a ler estas linhas ficará a conhecer a grande viagem que fiz e as dificuldades que passei. Sempre gostei de mar e por isso decidi que seria no mar que a minha vida devia encontar o seu sentido. Por isso me habilitei a ser tripulante da frota de descobrimento chefiada pelo fidalgo vindo de Sines, no sul de Portugal, chamado Vasco da Gama.
    Tinha dezasseis anos quando me ofereci para ser tripulante nessa frota que tão longe havia de chegar.
    Desde logo Vasco da Gama me aceitou na sua frota, quantos mais marinheiros estivessem ao seu dispor melhor seria, pois este viagem adivinhava ser díficil.
    Assim no sábado de 8 de julho de 1497 era o dia da partida.
    Tivemos direito a uma procissão onde estavam todos ps navegadores, gente da terra e os sacerdotes. Foi um dia terrível, entre choros e gritos, palavras que se transformavam em saudade e medo.
    E eu ali, sem saber se era o ínicio de um povo glorioso, ou o fim de uma vida á pouco começada. Mas encorajei-me e chegou a hora tão temida, a hora do embarque. Agora podia vir a fazer tudo aquilo com que sempre sonhei, eu e os meus colegas faremos tudo o possível para vencermos as dificuldades que estão previstas e chegaremos ás terras da Índia.
    Afastamo-nos cada vez mais e cada vez mais a dor de quem deixamos é maior.
    Bem mas deixeme-nos de melancolia temos de ir ao trabalho, um dia voltaremos a ver-nos.

    Aqui está o meu trabalho, espero que esteja correcto!😉

  31. RitaKau said

    Hoje dia 31 de Março.

    Ai meu diário, que dias que estou a viver. Nunca pensei ter esta mesma sorte, navegar com este tão prestigiado senhor, Vaso da Gama! Faz hoje uma semana que deixei a minha mãe a chorando, bem como os meus fiéis amigos, o coração aperta … A saudade tem sido muito, tanto do amor, como da comida e até da minha casa.
    Temos encontra-se poucas adversidades, o mar tem-se mantido calmo e ajudado na navegação, mesmo assim já tive a celebre oportunidade de levantar ancora, sinto-me bastante honrado.
    Tenho outros companheiros, alguns mais simpáticos e prestáveis, outros são mais egoístas e não perdem assim uma oportunidade de falar com o Sr. Comandante. O barco não é lá grande coisa, divido o meu quarto com outros dez tripulantes, há animais roedores e insectos aqui, que nos destroem rapidamente todos os alimentos. Estamos aqui há pouco tempo, e receio não chegar ao nosso objectivo com vida. Mas mesmo que não lá chegue, sei que este diário me vai tornar um herói!
    Meu querido diário volto-te a falar quando o tempo me permitir!

    Espero que tenham gostado😀

  32. ruidaniel said

    Amanhã venho pôr o trabalho. Agora não estou inspirado!😀

  33. ze27 said

    Se eu voltar entregarei este pergaminho com tudo o que passei escrito.
    Antes de partir na viagem o clima no cais era de tristeza e medo de não voltarem os tripolantes.
    Após me ter oferecido na viagem rapidamente toda a frota me aceitou.
    No primeiro dia de embarque perto de Africa, fomos perseguidos por piratas que nos tentarão roubar, infelizmente perdemos dois tripulantes mas matamos muitos mais.
    Primeiro dia da viagem com muito perigo, temo muito que la cheguemos, por este andar se perdermos mais companheiros nunca la chegaremos.
    Depois de um dia longo esta na hora de ir dormir, ficando ontro de vigia

  34. ze27 said

    o marcia tem calma com as linhas´🙂

  35. vanessa94 said

    Aqui vai o trabalhinho de casa:

    Nunca pensei que fosse tão duro deixar a minha família e amigos. Vou passar por muita coisa sozinho, sem o apoio da minha família e dos que mais gostam de mim. Não sei se me vou habituar à ideia que só vou ver a minha família e amigos daqui por 2,3,4 ou até mais anos.
    Todos os meus companheiros disseram-me que me dariam apoio e por isso lhes agradeço. Penso que eles me irão ajudar talvez por pena, ou por ser mais novo ou a razão mais lógica das razões, porque já passaram pelo mesmo.
    Hoje foi um dia bastante complicado, porque foi o dia da partida.
    Ainda agora deixei os que me são próximos e já estou cheio de saudades.
    Acho que trabalhar num barco deste tamanho, será trabalho a mais para um rapaz com 16 anos.
    Querido diário, volto a escrever quando tiver um pouco mais de tempo.

    Espero que tenham gostado😀

  36. sara26leal said

    Quem mais tarde vier a ler estas linhas ficará a conhecer a grande viagem que fiz e as dificuldades por que passei. Sempre gostei do mar e por isso decidi que seria no mar que a minha vida devia encontrar o seu sentido. Por isso me habilitei a ser tripulante da frota de descobrimento chefiada por um fidalgo de Sintra, no sul de Portugal, e chamado Vasco da Gama. Tinha 16 anos quando me ofereci para ser tripulante nessa frota que tão longe havia de chegar.

    Quando chegou à hora da partida, foi o momento mais doloroso. Deixar tudo para trás, é como se nunca mais voltasse a viver. Mulheres, filhos, amigos…tudo a chorar, com medo que a maioria dos homens não voltasse a onde partiu. Depois da devota procissão, chegou a hora de tomar rumo à nossa viagem. Só daqui a anos e anos, chegávamos. Despedi-me de familiares e amigos, com a intenção de nunca mais os tornar a ver, pois só o destino é que sabe o que nos está reservado. Pé ante pé lá fui eu, a caminho da embarcação. Custou-me fazê-lo, mas consegui entrar. Não quis olhar para trás, pois podia ceder, ao ver os sentimentos daquele povo. Aqueles que lá se encontravam por mera curiosidade, choravam também.
    Entrei e comecei o serviço. Quando levantaram a âncora, senti um aperto no coração. Sabia que podia voltar, ou não. Saudades são o que sinto nesta hora, ao relembrar as palavras que minha mãe me disse: «Tem cuidado, quando sentires alguma dor ou sofrimento, aperta este crucifixo, com força e Deus te ajudará». Deu-me um crucifixo para a mão, aquele que o meu falecido pai, levava quando morreu no mar. Sou novo demais, para morrer.Queria ainda pelo menos, chegar aquelas terras preciosas a que comandante quer chegar. Ondas, ondas, mar e mais mar….nem um sinal de terra.
    Neste momento, divido o meu quarto com mais 8 tripulantes, meus companheiros. O nosso armazém de alimentos cada vez vai diminuindo mais, pois com insectos e roedores aqui pelo meio, muita comida se estraga (o que nos leva a deitá-la ao mar) e muita comida se contamina. Para já só um tripulante morreu. Espero não ir pelo mesmo caminho, mas nestas condições, tudo se espera. Tenho de voltar ao serviço, mas ainda muito te tenho para escrever….

    Assim me despeço…

    Teu marinheiro

  37. sara26leal said

    Professor, tenho que falar consigo na aula, por causa da administração no blog!

    Nao consigo por posts!

    😦

  38. sara26leal said

    porque a mim aparece-me diferente dos outros administradores!

    eles ja me tentaram ajudar mas não conseguiram!

    :S

  39. Andreia Fileno said

    Aqui vai o meu trabalho:

    Daqui teu nobre marinheiro que por estas águas navego, pareço perdida em tal imensidão. Eu próprio decidi tal futuro para mim, toda esta aventura empolga-me, saber que um dia poderei chegar à Índia! Então ainda mais. Ainda sou um pouco novo, dezoito anos apenas mas, isso, não me impediu de seguir em tal navegação. Só estou no segundo dia e, as saudades já apertam. Foi duro deixar a minha família para trás… Naquela despedida muitas lágrimas derramei, um grande aperto no coração da minha mãe dei e, sem pensar no pior, coloquei meus pés em tais aposentos.
    É agora noite e, estou a escrever, para um dia mais tarde poder recordar. O primeiro dia não correu muito mal, este segundo também. Apesar de tudo estou um cansado. São muitas tarefas a fazer, temos de estar sempre atentos… As refeições e as condições de higiene não são as melhores mas, toda esta imensidão, lindas paisagens, ares frescos compensam logo tudo! E, ainda não passamos por nenhuma tempestade, o tempo tem estado ligeiramente agradável.
    Já se está a fazer um pouco tarde e, amanhã terei de me levantar cedo. Se estivesse em terra talvez pudesse usar a expressão “levantar-me com as galinhas”. Visto que estou em alto-mar “levanto-me com os peixes e as graciosas aves”.
    Uma boa noite, este teu marinheiro, Fernando.

    Espero que vos agrade.😀

  40. sara26leal said

    Estão muito boas as composições!

    Continuem!
    😉

    Deêm asas à imaginação!

  41. Andreia Fileno said

    Um erro no meu trabalho…
    Onde diz dezoito, é dezesseis. Enganei-me na idade.

    😀

  42. vanessa94 said

    dezesseis – dezasseis 🙂

  43. ruidaniel said

    Aqui vai o meu trabalhinho:🙂

    No primeiro dia, o dia da partida, eu cheguei ao porto de Belém e nem via os barcos, só via gente. Eu sabia que iam muitas pessoas, mas nunca pensei que fossem tantas.
    Eu estava a sufocar no meio daquela multidão toda. Andava de um lado para o outro a perguntar às pessoas se sabiam onde estava o barco onde Vasco da Gama iria viajar. Toda a gente dizia que não sabia e, na maioria, depois de lhes perguntar, começavam-se a rir de mim, de certeza por eu ser baixinho e magrinho. Eu ia-me sempre embora, cheio de vergonha.
    Muito mais tarde, bati sem querer contra um senhor de barba rija e com um ar rude, mas que me pareceu ao mesmo tempo simpático. Pedi-lhe desculpa e aproveitei a ocasião para lhe perguntar se sabia qual o barco onde ia Vasco da Gama. Ele riu-se e acompanhou-me até lá. Quando lá chegámos eu não conseguia fazer mais nada senão admirar o esplendor daquela nau. Depois virei-me para agradecer àquele senhor, mas ele já lá não estava. Foi então que soou uma trompeta e começaram todos a despedir-se uns dos outros, com muitos choros e lamentos à mistura. Nesse momento senti-me muito só, pois não tinha família, nem amigos para me despedir. Entrei no barco, mais carregado que um burro, e apressei-me a procurar Vasco da Gama. Perguntei a todos os que estavam dentro do barco se conheciam Vasco da Gama. Responderam-me sempre o mesmo, não. Foi então que vi o senhor que me ajudara a encontrar o barco e fui ter com ele. Perguntei-lhe o mesmo que perguntara aos outros tripulantes. Ele riu-se e disse-me que eu estava a falar com o próprio. Fiquei meio envergonhado e pedi-lhe desculpas, nem sei bem porquê. Ele virou-me as costas e começou a caminhar. Segui-o até ao momento em que ele parou para observar as mulheres e mães que ali deixavam o seu lamento. Nem sei o que senti ao ver tantas mulheres lá em baixo a chorarem pelos seus filhos e maridos. No fundo até queria que alguém também chorasse por mim. Quando olhei para Vasco da Gama, ele já lá não estava. Não me importei! Fui para a proa do barco admirar aquele lindíssimo pôr-do-sol, que me parecia diferente dos outros, porque desta vez tinha a consciência que era para aquele lado que estava o meu futuro.

    😀😀

  44. EvaSousa said

    Sim Rui trabalhinho … pequeno que ele está !!
    SNOL !😉

  45. ruidaniel said

    Tens razão Eva!!😛 Trabalhão! SNOL😀

  46. Andreia Fileno said

    Gostei muito do teu trabalho, Rui.😀

  47. dianacatarina said

    Olá, aqui vai o meu prometido trabalho.
    Quem mais tarde vier a ler estas linhas ficará a conhecer a grande vigem que fiz e as dificuldades por que passei. Sempre gostei do mar e por isso decidi que seria no mar que a minha vida deveria encontrar o seu sentido. Por isso vou-me atrever a contar como foi o dia da partida para a frota de Vasco da Gama. Foi um dos dias mais tristes e ao mesmo tempo, emocionante de toda a minha vida. Todos os marinheiros estavam no porto para a grande partida, e todas as suas famílias choravam desalmadamente. Muitos sabiam que não poderiam tornar a ver os seus filhos, a mãe, e a esposa. Era uma situação demasiado embaraçosa para os marinheiros. Já não lhes bastavam as lágrimas vividas por estes naquele dia mas também todas as pessoas choravam muito. Naquele dia vivia-se um clima de tensão. Estava tudo muito diferente do que estava a costumado a ver em meu redor. O que me deixava mais tristeza era ter que deixar os meus dois filhos, Tomás e Mariana, para trás, não sabia bem de onde vinha aquele sentimento, mas tinha muito medo de não os voltar a ver. Parecia que aquela sensação me era familiar, mas não sabia bem de onde vinha. Agora tenho a mínima sensação que os meus colegas sentiam o mesmo, parece que o Mundo se ia desabar mas ao mesmo tempo, estava a fazer o que realmente gostava: lutar pela honra da minha pátria…

    Espero que tenham gostado… 😀

  48. mariana16 said

    Ó Rui também não é assim tão grande, é gigante apenas.

  49. sara26leal said

    Eu diria mais um «senhor trabalho»
    😀

  50. EvaSousa said

    Hihi !
    Sara personificação!😉

  51. sara26leal said

    Exacto, Eva!

  52. mariana16 said

    Aplicar os conhecimentos de português…

  53. andreia costa de oliveira said

    oi por favor tou precisando da sua ajuda preciso ainda hoje por favor me ajuda eu preciso de um acróstico com o meu nome (andreia oloveira)

  54. andreia costa de oliveira said

    e oliveira discupa

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