As letras do 9ºD

Blog dos alunos do 9ºD da Escola EB 2/3 de Penafiel N.º2

Inês De Castro

Posted by leticia15 em Fevereiro 6, 2009

Olá!😛

Aqui vai outro desafio:  Propomos-te que faças uma pequena pesquisa e nos fales de Inês de Castro, tendo em conta alguns momentos da sua vida e a sua morte!

ines

 

Bom trabalho!

Bruno Esteves, Letícia, Priscila e Rui Pedro😀

84 Respostas to “Inês De Castro”

  1. Márcia Daniela said

    Olá:P

    Aqui vai o meu trabalho:

    Tudo começou com o casamento de D. Pedro com uma princesa espanhola, D. Constança. Não existia amor entre os dois, uma vez que o casamento foi arranjado pelos pais. Foi nessa altura que D. Pedro conheceu D. Inês de Castro, uma das aias (dama de companhia) de D. Constança, por quem se apaixonou.

    Esta ligação amorosa não foi nada bem vinda. Todos tinham medo que D. Inês, filha de um poderoso nobre espanhol, pudesse ter má influência sobre o príncipe. Assim, quando D. Constança morreu, D. Afonso continuou a condenar o namoro dos dois apaixonados.

    De início, D. Afonso tentou afastá-los, proibindo D. Inês de viver em Portugal. Mas isto não resultou porque os dois pombinhos foram morar para a fronteira de Portugal e Espanha e continuavam a encontrar-se. Diz-se que se casaram nesta altura, mas ninguém sabe de certeza.

    O rei estava muito preocupado porque via que o povo tinha medo da influência de D. Inês, além do mais não estava nada contente com as guerras e a fome que se viviam no reino. Assim se explica a decisão de D. Afonso IV de condenar D. Inês de Castro à morte, influenciado por dois conselheiros.
    Sabias que o local onde D. Inês foi morte, em Coimbra, é hoje conhecido como a Quinta das Lágrimas? É um lugar onde os namorados se encontram.

    Depois da execução de D. Inês de Castro, D. Pedro revoltou-se contra o pai e declarou-lhe guerra. Felizmente, a paz voltou graças à rainha-mãe, que evitou o encontro militar entre pai e filho.

    Quando D. Pedro subiu ao trono, era muito cuidadoso com o povo, que gostava bastante dele. Mas uma das primeiras coisas que fez foi vingar a morte de D. Inês de Castro executando de modo cruel os ex-conselheiros do pai: mandou arrancar-lhes o coração! Dizia que era assim que se sentia desde que D. Inês tinha morrido.

    Mandou depois construir o mosteiro de Alcobaça, onde fez um belo túmulo para D. Inês de Castro. Mesmo em frente mandou construir o seu, onde foi enterrado em 1367. Diz-se que estão nesta posição para que, quando acordarem no dia do Juízo Final, olhem imediatamente um para o outro.

    A trágica história de D. Pedro e D. Inês inspirou poetas, escritores e compositores em Portugal e no estrangeiro. Camões foi um dos primeiros escritores a celebrar a lenda, em “Os Lusíadas”.

    Espero que tenham gostado e desculpem lá isto ser um bocado grande, mas explica muito bem a história de amor de Inês e D. Pedro🙂

  2. sara26leal said

    Olá a todos….Eu vou falar do assassinato de D.Inês de Castro:

    Depois de alguns anos no norte , Inês e Pedro regressaram a Coimbra e instalaram-se no Paço de Santa Clara, mandado construir pela Rainha Santa Isabel(avó de Pedro).Haviam boatos de que D.Pedro e Inês se tinham casado secretamente.Isto chegando aos ouvidos de D.Afonso IV, este deciiu matar D.Inês.
    Umas das estratérgias de D.Afonso IV para descobrir a verdade, foi mandar 2 conselheiros dizerem a Pedro que este se podia casar livremente com D.Inês.Mas Pedro, percebeu que era tudo uma cilada.
    Então, a 7 de Janeiro de 1355, o rei D.Afonso IV, aproveitando o facto de Pedro estar ausente, mandou Pêro Coelho, Alvaro Gonçalves e Diogo Pacheco matarem Inês.

    Segundo a lenda, as lágrimas derramadas pela morte de Inês no rio Mondego, deram origem à Fonte dos Amores na Quinta das Lágrimas; algumas algas avermelhadas que ali nasceram simbolizam o sangue derramado.
    🙂

    PS: É uma história de amor bastante triste, mas bonita.
    🙂

    Bom fim de Semana.

  3. sara26leal said

    É mesmo bonita a história…gosto muito do teu comentário Márcia.
    🙂

  4. Márcia Daniela said

    Obrigado Sara😛

  5. EvaSousa said

    Ai Inês de Castro, já não há muito para dizer, o testamento da Márcia diz tudo !

    Bem, o episódio de Inês de Castro em “Os Lusíadas” é lindo e ao mesmo tempo muito triste e comovente, adorei !!
    😛

  6. martasilva said

    Oh Evinha tens razão, a mulher que o estava a ler, leu-o muito expressivamente!
    É muito giro😀

  7. ruidaniel said

    Aqui está o meu trabalho.🙂

    Inês de Castro vivia em Castela com a sua família.
    Era uma linda rapariga, com cabelos loiros e olhos azuis. Ninguém ficava indiferente à sua beleza.
    Inês de Castro era amiga de D. Constança Manuel, filha de um nobre castelhano. A sua amizade era única, pois elas completavam-se uma à outra: Constança era calma e Inês era divertida e alegre.
    Há muito que D. Constança estava prometida a D. Pedro, filho de D. Afonso IV.
    Para se casarem, Constança teve de ir até Lisboa e com ela levou Inês de Castro e as suas restantes aias.
    D. Pedro não ficou indiferente à beleza de Inês de Castro e, quando deu por si, sonhava dia e noite com ela… E a data do casamento com Constança aproximava-se.
    Depois do casamento, a Inês estava a ler os seus poemas no jardim e apareceu D. Pedro:
    -Inês, as tuas palavras são lindas!
    – Obrigado – disse Inês, um pouco confusa.
    -Sabes, acho-te linda e queria casar contigo.
    -Mas, D. Pedro, você é um homem casado! Deve amar D. Constança!
    D. Pedro não aguentou mais e beijou-a.
    Apesar de Inês de Castro gostar de D. Pedro, não se sentia bem na sua consciência: amava um homem casado com a sua melhor amiga!
    Largou bruscamente D. Pedro e foi para o palácio, a chorar.
    Algum tempo depois, D. Constança deu à luz o seu primeiro filho e convidou Inês de Castro para ser sua madrinha. O menino chamava-se D. Luís, mas acabou por morrer passados poucos dias…
    O descontentamento do povo levou D. Afonso IV a exilar D. Inês de Castro.
    Entretanto, D. Constança teve o seu segundo filho e D. Inês de Castro foi chamada para a acompanhar naquela fase tão delicada. Porém, D. Constança acabou por morrer.
    D. Pedro já podia então viver com Inês de Castro, mas o povo receava que alguns dos irmãos de Inês de Castro se tentassem apoderar do trono de Portugal.
    Então, D. Afonso IV tomou uma decisão terrível: MATAR INÊS DE CASTRO.
    Quando D. Pedro estava numa caçada, Inês foi morta.
    Então, quando D. Pedro ficou a saber, perseguiu os assassinos de Inês de Castro e deu-lhes uma morte 3 vezes mais terrível.

    D. Pedro ficou assim conhecido como O Justiceiro.

    Espero que gostem!😀

  8. martasilva said

    Olá.
    Bem, encontrei um texto que acho engraçado. Vejam.

    Se Inês perdeu a fala, mudo ficou D. Pedro. O Príncipe enamorado e a dama de companhia que não se esquiva à investida. Inês seduzida ou sedutora? Creio que isto e aquilo mas num mesmo instante, paixão a fulminar os dois amantes… Adultério, pecado? Lá pecado será, porém mortal é que não. Venial, pecadilho daqueles que se purgam com uma confissão e meia dúzia de padre-nossos. Portanto, se condenados vão ser os amantes, não será por motivo religioso, mas por outro…
    E condenados estão eles. Condena-os a nobreza e condena-os el-Rei D. Afonso IV.

    A obsessão d’el-Rei D. Pedro I passa a ser a justiça que aplica, de forma inclemente, contra criminosos quer de origem nobre, quer plebeia, sem fazer distinção entre uns e outros, o que muito agrada à arraia-miúda. Porém, mais do que fazer justiça, D. Pedro gosta é de ver aplicá-la, goza muito com o sofrimento dos condenados. Por isso ora dizem que é Justiceiro, ora dizem que ele é Cru (cruel).

    D.Pedro tenta é preservar a memória de Inês de Castro. Mandou esculpir dois túmulos, um para Inês, outro para ele. Sobre a tampa está esculpida a imagem de Inês, de corpo inteiro, com coroa na cabeça como se fora rainha. As esculturas do túmulo de D. Pedro representam cenas da vida dos dois apaixonados desde a chegada de Inês a Portugal.

    Outros amores? Depois da morte de Inês, D. Pedro não voltou a casar nem a amancebar-se. Sei apenas que, de uma Teresa Lourenço, teve ainda um bastardo ao qual pôs o nome de João. O que ninguém levou ou leva a mal… Nestes tempos, todo o nobre que se preza, em casa tem um rancho de filhos legítimos e fora de casa tem um rancho de bastardos. O curioso é que este bastardo João virá a ser o futuro Mestre de Avis, fundador da segunda dinastia portuguesa.

    Acho que é bonito. Espero que gostem!🙂

  9. martasilva said

    Bem, esqueci-me é de por o texto entre aspas porque não fui eu que o escrevi … I’m sorry!🙂

  10. martasilva said

    A história de Inês de Castro é para os românticos! É para a Evinha! ehehe Mas é muito bonita.

    E sabem uma coisa: segundo aquilo que li, D.Pedro tinha prometido a seu pai que não iria atrás dos assassinos da sua amada mas, depois do seu pai ter falecido, foi na mesma atrás deles.
    Ajgumas pessoas julgaram-no e disseram que nao tinha cumprido a sua promessa, mas de um burguês conceituado ouviu-se dizer: “Quem trai a quem fez traição tem cem anos de perdão.”

    A história é muito bonita😀

  11. martasilva said

    *algumas

  12. EvaSousa said

    Uhmmm … obrigada Marta pelo elogio !
    😉

  13. mariana16 said

    Elogio à Evinha? Eheh… Essa teve piada!🙂

    Se o professor não gosta de coisas repetidas, vamos pôr textos a dizer a mesma coisa? Faço à mesma o meu trabalho mas temos que ver isso…

  14. mariana16 said

    Olá!

    Vou falar um pouco sobre o assassinato de Inês de Castro. Como já devem ter lido os trabalhos anteriores, sabem porque foi assassinada.

    O rei Afonso IV decidiu então que a melhor solução seria eliminar Inês. Depois de alguns anos no Norte, Pedro e Inês haviam regressado a Coimbra e se instalado no Paço de Santa Clara.
    A 7 de Janeiro de 1355, o rei cedeu às pressões dos seus conselheiros e, aproveitando a ausência de Pedro numa excursão de caça, enviou Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco para executar Inês. Os três se dirigiram ao Mosteiro de Santa Clara em Coimbra, onde Inês se encontrava, e degolaram-na. Tal facto, segundo a lenda, teria originado a cor avermelhada das águas que correm nesse local da Quinta das Lágrimas.
    A morte de Inês fez com que Pedro se revoltasse contra Afonso IV, que responsabilizou pela morte, e provocou uma sangrenta guerra civil. A rainha Beatriz interveio e, após meses de luta, a paz foi selada em Agosto de 1355.

  15. mariana16 said

    Vou acrescentar uma coisa que me esqueci:

    D.Inês Pérez de Castro era uma dama galega filha natural de D.Pedro Fernández de Castro, dito senhor da Guerra, grande senhor galego, primo direito de D.Pedro I, camareiro-mor de Afonso XI de Castela e de Aldonza Suárez de Valadares. Veio para Portugal em 1340, no séquito de D. Constança, noiva do infante D.Pedro.

    Agora sim.

    Fiquem bem.🙂

  16. elsapinto said

    Pois concordo com a Eva. Já não há muito a dizer… E agora ?😦

    Em relação à senhora que leu o texto na gravação na aula, leu bem mas não gostei…não gosto muito desta parte…mas há gostos e gostos😀

  17. José Ferreira said

    Olá!

    Elsa: Interessante o teu comentário! Para a próxima convidamos um senhor para ler o texto na aula, talvez a interpretação e expressividade sejam outras.😀

    Evitem os “lençóis” ou o chamado “Control C” “Control V”. E isso é visível porque, por vezes, há quem não dê um erro em mil palavras num comentário, e dê vários erros em poucas palavras noutro comentário.🙂

    O blogue também serve para treinarem o resumo e a partilha de opinião.😉

    Relembro também que se fazem cópias de pesquisas efectuadas, devem colocar a bibliografia por uma questão de direitos de autor.

    Continuação de bom trabalho!😉

  18. Dianacorreia said

    Olá

    Amor, traição, homicídio, vingança. A história da rainha D. Inês, coroada só depois de morta, tem de tudo um pouco. Por essa razão foi, e continua a ser, contada e recontada através dos séculos, apaixonando historiadores, poetas, escritores e meros curiosos. Em 2005 faz 650 anos que D. Inês de Castro morreu e, devido ao fascínio que se tem por esta história verdadeira, comemora-se a data de forma bastante especial.

    As comemorações dos 650 anos da morte de D. Inês de Castro assentam num grande conjunto de iniciativas, tais como exposições, peças de teatro, leituras de poesia e prosa, concertos, ciclos de cinema e colóquios, em Lisboa, Coimbra, Alcobaça e Montemor-o-Velho durante todo o ano.
    Como se vê neste texto Inês é umas das pessoas, que como diz na obra “Os Lusíadas” se “vão da lei da morte libertando”.

    Nesta página puderam encontrar imagem do túmulo de Inês, do mosteiro e muitas outras imagens interessantes.
    http://www.happypeople4ever.com/smile/images/fil371.pps

  19. vanessa94 said

    Queria perguntar aos dinamizadores se posso colocar aqui um endereço de um blog que fala sobre a história de Inês de Castro e que achi bastante interessante?
    Espero pela resposta.🙂

  20. vanessa94 said

    *achei

  21. ruidaniel said

    Professor,
    para a próxima ponho a bibliografia.
    🙂

  22. EvaSousa said

    Concordo com a Elsa, a mulher era tão lenta que até inervava !
    Mas isso é que despertou aquele sentimento de tristeza !
    😛

  23. elsapinto said

    ó professor, não me faça rir😀
    Um homem seria pior se calhar, uma vez qe defendo as mulheres. LOl, mas sinceramente não gostei..

  24. martasilva said

    Evinha, não era propriamente um elogio, mas ainda bem que o entendeste assim..

    Professor, o que são os “lençóis”? Não percebi. LOL😛

  25. sara26leal said

    Professor, eu resumi…… Temos que nos habituar a resumir e não a copiar…..
    🙂

    Estudem muito…..
    🙂

  26. sara26leal said

    Ah…(já me esquecia de responder à Márcia)

    de nada, Marcia…sepre às ordens!

    🙂

  27. sara26leal said

    UPS!

    sepre-sempre
    😉

  28. vanessa94 said

    Como os dinamizadores ainda não me responderam eu acho que não haverá mal nenhum em colocar aqui endereço de um blog em que contém a história de Inês de Castro.
    Umas dicas para se orientarem no blog: depois de entrarem no blog no vosso lado esquerdo encontra-se a informação necessária e uma imagens da Quinta das Lágrimas entre outras, basta clicarem no que quiserem.
    Acho que é uma boa fonte de pesquisa e que ajudou a perceber algumas coisas d’ “Os Lusíadas” na cena de Inês de Castro!

    Endereço:
    http://www.clube-de-leituras.net/blogs/reisrainhas/index.php?s=lerpost&post=1520

    Fiquem bem😛

  29. dianacatarina said

    Complicado saber sobre o que vou falar no trabalho, já que fizeram trabalhos muito grandes e muito elaborados…😀

  30. sara26leal said

    Pois Diana..para a próxima tens de vir mais cedo…mas podes sempre recorrer às curiosidades
    🙂

  31. dianacatarina said

    Já que os trabalhos estão muito completos, não sei bem sobre o que falar…
    Será que posso pôr uns versos sobre a morte de Inês?
    Espero que os dinamizadores respondam o mais depressa possível.
    😛

  32. dianacatarina said

    Acho que alguns trabalhos estão demasiado grandes. Acho que deveriam falar apenas um pouco cada um porque depois os outros colegas não tem muito a dizer sobre o tema.🙂

  33. dianacatarina said

    Mas assim Sara nem dá vontade de ler trabalhos assim tão grandes, e os outros colegas não ficam com muito para fazer para o trabalho!

  34. dianacatarina said

    Márcia deste um erro:
    Dissete: “Sabias que o lugar onde D.Inês foi morte”.
    Deveria estar: Sabias que o lugar onde D.Inês foi morta…

  35. RitaKau said

    Penso que não há muito para dizer agora😦
    O primeiro comentário diz logo tudo ! Que fazemos professor ?

    Acho que este canto até agora, é o mais bonito … romãntico!
    Neste canto é visível a inspiração d Luís de Camões😀

  36. dianacatarina said

    Olá a todos😛
    Vou colocar umas pequenas curiosidades sobre Inês de Castro, como me aconselhou a Sara e também vou por alguns versos.

    – D. Pedro era conhecido como «O Justiceiro» porque mandava aplicar a lei de forma igual para todos, quer fossem ricos ou pobres. Mas ficou também conhecido como «O Cruel» porque, assim que se tornou rei, tratou de perseguir e de se vingar dos que mataram a sua amante, D. Inês de Castro, dando-lhes uma morte macabra.
    – D. Pedro I fez D. Inês de Castro rainha já depois de morta e obrigou toda a corte a beijar-lhe a mão.
    – Apesar de ter prometido a D. Afonso IV não vingar a morte de D. Inês de Castro, em 1360 mandou executar os assassinos.
    -D. Pedro I está sepultado no Mosteiro de Alcobaça, juntamente com D. Inês de Castro.

    Versos de António Ferreira:

    Esta é a mãe dos teus netos. Estes são
    Filhos daquele filho, que tanto amas.
    Esta é aquela coitada mulher fraca,
    Contra quem vens armado de crueza.
    (…)
    Que te posso querer, que tu não vejas?
    Pergunta-te a ti mesmo o que me fazes,
    A causa, que te move a tal rigor.
    Dou tua consciência em minha prova.
    S’os olhos de teu filho s’enganaram
    Com o que viram em mim, que culpa tenho?
    Paguei-lhe aquele amor com outro amor,
    Fraqueza costumada em todo estado.
    Se contra Deus pequei, contra ti não.
    Não soube defender-me, dei-me toda,
    Não a imigos teus, não a traidores.
    A que alguns segredos descobrisse
    Confiados em mim, mas a teu filho,
    Príncipe deste Reino. Vê que forças
    Podia eu ter contra tamanhas forças.

  37. EvaSousa said

    “d” – de
    Não é canto Rita, é episódio !… acho, tenho quase a certeza !
    😉

  38. vanessa94 said

    Mas também se poderá dizer canto, ou será que não!?🙂

  39. elsapinto said

    Eva, tens razão mas a Rita também tem porque é neste canto, neste episódio.😀

    p.s: Passei a ser a Inês de Castro do Stôr xD LOL. Mas não gosto nada deste episódio, não sei porquê😦

  40. mariana16 said

    Então senhora Inês, está boa? Eheh…
    🙂

  41. Márcia Daniela said

    Olá:)

    Estou a ver que o meu trabalho está a ser o problema, uns dizem que está muito grande e que não dá vontade de ler, outros dizem que já não há mais nada a dizer,… mas eu fiz o meu trabalho apenas com a intenção de ficar completo e não de vos impedir de dizerem outras coisas
    😦

  42. Márcia Daniela said

    Professor, o comentário nº17, levei-o como se fosse para mim, visto que retirei o meu trabalho de um site muito esclarecedor e que relatava muito bem a história de Inês de Castro e de D. Pedro!
    Peço desculpa por não ter levado em conta a modificação de algumas partes do meu trabalho😦

  43. José Ferreira said

    Olá!🙂

    Quando me refiro a “lençóis”, refiro-me de facto à extensão de alguns comentários, ainda para mais quando não são da vossa autoria ou não referem a fonte de informação. E, neste aspecto, penso que uma boa parte tem caído nesta tentação. Certo, Márcia?😉

    Reconheço e aprecio a vossa vontade em apresentar trabalho, mas nesse particular, sejam criativos, inventem, criem… Está na altura de começarem também a produzir informação e conteúdos vossos e não apenas reproduzir o que existe.😀

  44. mariana16 said

    Realmente. Acho que todos caímos nessa tentação (infelizmente).

    Não ligues Márcia. Estavas apenas a fazer o teu trabalho. Não fiques triste.

  45. EvaSousa said

    Vanessa acho que não, porque ela disse que este canto é o que gosta mais estando só a referir-se ao Episódio de Inês de Castro, pois canto ainda estamos a estudar o canto I, e foi o único até agora, Inês de Castro, O Concílio dos Deuses é tudo do mesmo Canto, o Canto I.

    Acho que é assim !!😉

  46. José Ferreira said

    Menina Eva, anda distraída… o episódio “Inês de Castro” já faz parte do Canto III de “Os Lusíadas”, de Luís de Camões.🙂

  47. sara26leal said

    bem..errar é humano….

    a Eva anda é preocupada com o teste intermédio…por isso é que se enganou…
    🙂

  48. EvaSousa said

    No Canto III ?!!

    Eu era capaz de jurar que era no Canto I, mas mesmo assim, a discussão era sobre, se era Canto ou Episódio, “Inês de Castro” é um episódio do Canto III, pronto, está encerrada a discussão !

    Bem, não ando nada distraída, não fique com uma imagem má da minha pessoa, foi só um enganozinho !😉

    Hihihihihihihii … “cá burra” que eu fui !😛

  49. RitaKau said

    Evinha, é Canto, não episódio !

  50. vanessa94 said

    Evinha já vamos no Canto III , andas distraída. LOL xD

    Brincadeira😀

  51. elsapinto said

    Eva, não fiques triste por andares distraida. Sabes porquê? Não sabes que vamos no canto um porque distrais-te quando olhas para mim uma vez que soube agora também que vamos no canto III looool.
    Professor, nós somos BOAS PESSOAS, e só foi um enganozinho tal como a Eva disse. SNOL.😀

  52. elsapinto said

    canto III * Enganei-me na 2º frase.

  53. Márcia Daniela said

    Mariana, não fiquei triste apenas queria saber se aquilo que disse estava certo😉

    Professor tem toda a razão ao dizer que está na hora de começar a criar algo que seja nosso e não aquilo que já está feito, mas tal como os meus colegas apenas quis fazer o meu trabalho🙂

  54. EvaSousa said

    Bolas Rita “vou-me a ti ! ”
    “Inês de Castro” é um episódio do Canto III !

    “Cá nervos !”😉

  55. mariana16 said

    É verdade, é verdade. A Evinha tem razão. “Inês de Castro” é um episódio do canto III.

    Cuidado que a “my litle baby” fica furiosa.

    P.S.:Sei que e pequeno em inglês está mal escrito mas, é para ser assim!!! Já agora, é a Eva.

  56. Anapinto94 said

    Ola

    Bem a Márcia deixou um testamento aqui …

    Oh! Márcia que aplicadinha sim senhor estou a gosar de ver.

    ihih:D

  57. Dianacorreia said

    Parece-me que a Inês de Castro está a dar que falar!😉

  58. Anapinto94 said

    Em 1340, D. Pedro I casa-se com D. Constança Manuel. Uma das aias que acompanhava D. Constança era Inês de Castro, por quem D. Pedro se apaixonou. Este romance começou a ser comentado e mal aceite na corte e pelo próprio povo.
    O rei D. Afonso IV não aprovava esta relação, não só por motivos de diplomacia com João Manuel de Castela, mas também devido à amizade íntima de D. Pedro com os irmãos de D. Inês. Assim, o rei mandou exilar Inês no castelo de Alburquerque, na fronteira castelhana. No entanto, a distância não teria apagado o amor entre Pedro e Inês que, segundo a lenda, continuavam a corresponder-se com frequência.

    D. Constança morre e então D. Pedro assume mais abertamente o relacionamento com Inês de Castro em terras de Coimbra.
    O rei D. Afonso IV (pai de D. Pedro), temia o poderio da família de Inês de Castro e da sua influência na sucessão do infante D. Fernando, filho primogénito e herdeiro de D. Pedro. No dia 7 de Janeiro de 1355, Inês de Castro, encontrando-se nos Paços de Santa Clara em Coimbra (embora a lenda diga que ela estava à beira da Fonte dos Amores, na Quinta das Lágrimas), foi assassinada por Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco, sendo sepultada em Coimbra.
    D. Pedro mandou construir um túmulo majestoso para Inês de Castro. Acabado o túmulo, D. Pedro ordenou que o colocassem no transepto sul do Mosteiro de Alcobaça e em seguida que transladassem para lá o corpo de D. Inês. D. Pedro I mandou construir um túmulo semelhante para si próprio, sendo colocado lado a lado (do lado esquerdo) do de D. Inês.

  59. Anapinto94 said

    AH! Espero que gostem !

    Fiquem,bem!😀

    XAu

  60. Anapinto94 said

    Ups!

    Num comentário que fiz dirigido a Márcia enganei-me a escrever gostar e escrevi gosar desculpem o erro…🙂

  61. EvaSousa said

    LoOl … Mari !!
    Defendeste-me !!
    Que orgulho ! 😛

    Hihihihihihi …😉

  62. mariana16 said

    Ó meu coração, eu sou assim…

    Dando atenção ás aulas de Inglês, como se escreve “litle” correctamente?

  63. vanessa94 said

    Eu não sou perita a inglês mas acho que é como disseste Mariana .😛

  64. EvaSousa said

    Mari …😉

  65. EvaSousa said

    Bem, acho que vou repetir o que já disseram, mas …… !

    D.Pedro:
    D. Pedro I nasceu em Coimbra, a 8 de Abril de 1320 e faleceu em Estremoz, a 18 de Janeiro de 1367 foi o oitavo Rei de Portugal. Mereceu os cognomes de O Justiceiro (também O Cruel, O Cru ou O Vingativo), pela energia posta em vingar o assassínio de Inês de Castro, ou de O-Até-ao-Fim-do-Mundo-Apaixonado, pela afeição que dedicou àquela dama galega. Era filho do rei Afonso IV e sua mulher, a princesa Beatriz de Castela. Pedro I sucedeu o seu pai em 1357.

    Pedro é conhecido pela sua relação com Inês de Castro, a aia galega da sua mulher Constança, que influenciou fortemente a política interna de Portugal no reinado de Afonso IV. Inês acabou assassinada por ordens do rei em 1355, mas isso não trouxe Pedro de volta à influência paterna. Bem antes pelo contrário, entre 1355 é a sua ascensão à coroa, Pedro revoltou-se contra o pai pelo menos duas vezes e nunca lhe perdoou o assassinato de Inês. Uma vez coroado rei, em 1357, Pedro anunciou o casamento com Inês, realizado em segredo antes da sua morte, e a sua intenção de a ver lembrada como Rainha de Portugal.
    😛

  66. sara26leal said

    Não sei ao certo Mariana, mas penso que é da forma como escreveste!
    (penso eu)

    Não sou perita a Inglês. Mas para mais informações acho que deves consultar a Andreia!

    ela ajuda nestes aspectos!
    🙂

  67. EvaSousa said

    Bem, eu decidi falar em D.Pedro, pois já disserem tudo sobre Inês, até mesmo sobre D.Pedro !
    😉

  68. mariana16 said

    Então parece que não me enganei.

  69. pricunha said

    Concordo com a Eva!
    O testamento da Márcia diz tudo =)

  70. Andreia Fileno said

    Não é “litle” mas, sim, “little”.
    “Leva” dois “t”. 😉

  71. Andreia Fileno said

    E, lamento, não ter feito nenhuma pesquisa mas, tal como já disseram, o que havia a falar já está aqui!
    Qualquer das formas achei interessante o trabalho😛
    E, também que todos fizeram óptimas pesquisas😛

  72. cou94 said

    Inês de Castro
    Inês de castro era uma nobre galega, foi amada do futuro rei Pedro I de Portugal, de quem teve quatro filhos. Foi executada ás ordens do pai deste, Afonso IV.
    Romance com D.Pedro
    Em 1339 teve lugar o casamento do príncipe Pedro, herdeiro do trono português com Constança Manuel, filha de João Manuel da Castela.
    Mas seria uma das aias de Constança, D. Inês de Castro, por quem D. Pedro viria a apaixonar-se. Este romance começou a ser comentado e mal aceite na corte e pelo próprio pai e pelo o próprio povo.
    O rei D. Afonso IV não aprovava esta relação, não só por motivos de diplomacia com João Manuel de Castela, mas também devido à amizade íntima de D. Pedro com os irmãos de D. Inês. Os fidalgos da corte portuguesa pressionavam o rei D. Afonso IV para afastar esta influência do seu herdeiro. Assim, em 1344 o rei mandou exilar Inês no castelo de Albuquerque, na fronteira castelhana. No entanto, a distância não teria apagado o amor entre Pedro e Inês que, segundo a lenda, continuavam a corresponder-se com frequência.
    Inês foi viver com Pedro para desgosto da corte e do rei. Inês entretanto foi tendo filhos de D. Pedro, Afonso, João e Dinis. Nesse tempo circulavam boatos de que os Castros conspiravam para assasinar o infante D. Frenando, herdeiro de D. Pedro, para o trono português passar para os filhos de Inês de Castro.
    O rei decidiu que era melhor matar D. Inês. A 7 de Janeiro o rei sedeu as pressões dos conselheiros e do povo e mandou matar D. Inês de Castro.
    Pedro em 1357 tornou-se rei, de seguida perseguiu os assassinos de Inês, matou-os e também coroou-a depois de morta.

  73. mariana16 said

    Andreia, vou nomear-te para mim correctora pessoal de erros em Inglês (e assim fazes os testes comigo), aceitas este tão importante trabalho?
    🙂

  74. Andreia Fileno said

    Aceito com muito gosto e prazer!
    E logo inglês😀
    Que o que mais gosto😀

  75. mariana16 said

    Ainda bem!🙂

  76. teresa said

    gostaria de saber de quem aquela pintura lindissima…
    obrigada =D

  77. EvaSousa said

    Bem não a posso ajudar … não sei de quem é !
    😛

  78. Eu gosto muito desta história, poque na realidade isto é uma hisória de amor ao romance vai dar tudo à mesma coisa.Eu gostava que D.Pedro e Inês de Castro tivessem vivos para ver o que nós lhes estamos a dizer.Porque eles se lesem isto acho que lhes caiam lagrimas dos olhos e voces não acham?

  79. isabea said

    gira

  80. carlota 98 said

    quando fui a quinta das lágrimas sobe dessa historia que. Segundo a lenda, as lágrimas derramadas pela morte de Inês no rio Mondego, deram origem à Fonte dos Amores na Quinta das Lágrimas; algumas algas avermelhadas que ali nasceram simbolizam o sangue derramado.

  81. COITADA FOI ASSASSINADA FOI O QUE FOI E AINDA POR CIMA NA QUINTA DAS LAGRIMAS SÒ DE PENSAR QUE A PESSOAS DA CORTE LHE TIVERAM DA BEIJAR A MAO DA_ME ARREPIOS NAO E PESSOAL EU ADORO HISTÒRIAS DE AMOR E VOCES…

  82. Anónimo said

    D. Pedro I, o rei que depois de ter casado com a rainha D. Constança, olhava e começou a conhecer a aia galega Inês de Castro, e ficou perdidamente apaixonado por ela. E de seguida, ela também ficou apaixonada por ele. Eles os dois tiveram sempre uma grande paixão. Inês de Castro teve quatro filhos com ele: Afonso, Beatriz, João e Dinis.
    D. Afonso IV, pai de D. Pedro, não estava lá muito satisfeito com o grande amor do seu filho e de Inês. Por isso a solução dele era matar Inês, e enviou Pero Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco para o assassínio dela.
    No dia 7 de Janeiro de 1355, Inês foi assassinada pelos três assassinos.
    D. Pedro, quando descobriu a morte do seu verdadeiro amor, ficou louco e declarou guerra ao seu pai.
    Inês de Castro depois de morta foi declarada rainha de Portugal.
    Depois da subida ao trono, D. Pedro torturou e matou dois dos assassinos de Inês, Pero Coelho e Álvaro Gonçalves, um pelo peito e outro pelas costas. Logo que, Diogo Pacheco conseguiu escapar para França. Conta também a tradição que D. Pedro teria feito desenterrar o corpo da amada, coroando-o como Rainha de Portugal, e obrigando os nobres a procederem à cerimónia do beija-mão real ao cadáver, sob pena de morte. De seguida, ordenou a execução de dois túmulos.
    Esta história ficou conhecida como uma das histórias mais contadas de amor.

  83. didi said

    Olá

  84. dac said

    olá voçes são todos lindos❤

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