Alguns já devem ter visto ou ouvido o “Manifesto de Obama para os alunos americanos”, no início deste ano lectivo.
Ainda assim, achei interessante o discurso e não resisti a trazê-lo aqui para que o possam comentar e dizer, entre outras coisas, se a realidade escolar e social americanas é muito diferente da portuguesa, por exemplo.
Espero que as férias estejam a correr bem a toda a gente.
Este post tem como finalidade saber qual foi o melhor momento que cada um de nós mais gostou na viagem. Assim quem não teve a oportunidade de ir, poderá saber como foi.
Naquele dia decidi dedicar-me À fotografia e fui à beira-mar. Tirei fotografias excelentes! Até que na objectiva da máquina Cannon, apareceu-me um rapaz. Vi que era calmo e só a serenidade lhe interessava. Estava com um papel e um lápis na mão, sentado no sítio dos pescadores a olhar para o horizonte.
Não sei o que lhe ia na cabeça, mas notei que ele precisava de um desabafo naquele papel reciclado. Estava super curiosa em ver o tal desabafo no papel, então silenciosamente fui à beira dele sem ele saber, pus-me atrás do rapaz e apontei a objectiva para o papel. Fiz uma fotografia especial e até hoje foi a mais comentada no meu blogue.
Para retratar o desenho era complicado porque só se sentia. Senti a serenidade ao ver as ondas azuis como o céu e um barco a balançar como se fosse uma história. O céu azul sem nuvens transmitia alegria.
De repente, o rapaz disse-me:
- Somos os dois dedicados à arte! Ambos percebemos a arte de sentir e a arte de agir.
Não sei se ele sabia que ali estava, mas ele sentiu alguém ali e chamou-me de arte, a arte de sentir.
- Este desenho tão simples, a carvão, significa tanto! Fomos tão glorificados, adorados e falados em todo o Mundo. Descobrimos o Mundo…- continuava ele.
Parecia que tinha entrado na mente dele e tinha feito a viagem dos portugueses. Sentei-me à beira ele. Imaginamos os dois como se estivéssemos no barco a balançar, a combater os obstáculos, era tudo intenso! Imitávamos os movimentos dos barcos com os braços, para aqui, para ali e de repente, paramos. Paramos com um enorme silêncio com o cansaço da viagem. Olhámos um para o outro e dissemos a sorrir tranquilamente: