Olá
Como já foi referido na aula, este grupo resolveu tomar a iniciativa de escrever um poema sobre Inês de Castro. Já o lemos na aula, lembram-se?
Inês, serena e bela Inês,
Estavas tu, saudosa de teu amor
Recordando as memórias, e por sua vez
Na esperança de o transpor.
Sem saber as razões e os porquês
Vivias na ingenuidade daquele acolhedor
Conforto, daquela ilusão
Vivias uma intensa paixão.
Não sabias o que o futuro te preparava,
Não imaginavas tamanha crueldade,
As tuas súplicas em nada ajudava,
Porque do povo, era essa a vontade.
D. Afonso IV já não aguentava
Foi-se embora, movido pela piedade
A tua morte, ele não quis ver
Pela cobardia, ou por não te querer ver sofrer?
D.Pedro, quando soube desta atrocidade
Para com os carniceiros foi impiedoso
Tirou-lhes a vida com severidade:
Arrancou-lhes o coração, iroso.
Dizia-se que era assim que se sentia, era a verdade.
Vingou a tua morte, justiçoso.
Assim, permanece a memória
De um amor que até hoje é história.
Propomos-vos que analisem este poema em todos os aspectos e o comparem com “Os Lusíadas” e que coloquem aqui também alguns poemas da vossa autoria.
Bom Trabalho
Ana, Elsa, Filipa e Marta